Controles:
Clique esquerdo / Toque: Revelar uma casa
Clique direito: Colocar ou remover uma bandeira
Toque longo / Deslizar: Colocar ou remover bandeira no celular
Revele casas seguras e use os números para localizar minas ocultas.
Cada número mostra quantas minas estão escondidas nas oito casas ao redor.
Use a informação dos números próximos para decidir quais casas são seguras e quais têm minas.
Marque minas suspeitas com bandeiras e evite abri-las.
Lanterna: Revela o que há dentro de uma casa coberta sem abri-la normalmente.
Use suas cargas de lanterna quando precisar checar uma casa perigosa antes da próxima jogada.
Limpe o tabuleiro revelando cada casa segura. Abrir uma mina encerra o jogo.
Dica: Não chute quando os números derem informação suficiente. Marque minas confirmadas primeiro e use os números restantes para achar a próxima casa segura!
Campo Minado é a velha discussão silenciosa entre um número e uma bomba escondida. Esta versão mantém essa discussão e a transforma numa subida: os tabuleiros ficam mais largos, as bombas mais densas, e uma vila na beira do mapa espera você abrir a última casa segura.
Você abre um bloco coberto. Se estiver limpo, aparece um número. Esse número não é pontuação. É um censo dos oito vizinhos, dizendo quantas bombas abraçam aquela casa. Uma enxurrada de vazios é o jogo sendo gentil. Um aglomerado apertado de 2s e 3s é o jogo pedindo que você pare de tocar e comece a contar.
Bandeiras são como você responde. Clique direito, toque longo ou modo bandeira: plante uma marca numa casa que já comprovou. A marca não torna a bomba inofensiva. Só impede que o próximo clique caia ali por acidente.
Quando o tabuleiro silencia e duas casas parecem iguais, a lanterna é o fósforo reserva no bolso. Gaste-a para revelar uma sem o risco usual. Não é hábito. É a carta que você joga depois que a lógica acabou, para o próximo número voltar a falar.
Emily encontra você no início como uma vizinha que já sabe por que você veio. Os primeiros tabuleiros ensinam o ritmo: tocar, ler, marcar, respirar. Os posteriores param de explicar. Bombas se escondem em cantos, sob números solitários, na casa que você guardava para depois. Limpe cada bloco seguro e a vila ganha outra noite quieta. Acerte uma bomba e o tabuleiro não dá sermão. Só estronda e oferece o mesmo mapa de novo.
As pessoas chamam isso de sorte até verem alguém jogar. Então parece lição de casa feita em público: cantos primeiro, certezas primeiro, nunca um clique que você não possa defender. O prazer não é a explosão. O prazer é o clique que você quase pulou — o que os números já tinham nomeado seguro.