Uma rocha morta. Alguns cliques. De repente há clima.
A última esperança da Terra é uma criança com um pula-pula. Óbvio.
O chão é fogo. Seu crush espera. Um passo errado encerra o episódio.
Um botão só. Andar, pular, bater. A estrela ainda está longe.
Uma raquete. Uma bola. E um muro inteiro de tijolos esperando para quebrar.
Treine um pombo. Bata acima do peso. Encontre deus. (Também um pombo.)
Você é a máquina. O sandbox já é seu. Só ainda não percebeu.
Um cano na direção errada e a cidade inteira continua seca.
Três em linha. Esse é o trabalho inteiro, e o hábito inteiro.
Vinte e duas salas. Cada porta quer uma chave. Cada chave está num lugar mal-educado.
A gravidade acabou de virar. O buraco não se mexeu. Quem se mexeu foi você.
Planeje o assalto. Monte a equipe. Não vire a manchete de amanhã.
Você é um quadrado no espaço. O universo ainda quer te derrubar.
Cada clique parece um chute. Os bons já fizeram a conta.
Mire o canhão. Espere sua vez. O castelo na colina agora é pessoal.